Consultoria para Colégios e Creches

  •  Palestras.
  • Cursos para mães e/ou alunos.
  • Elaboração e/ou análise de cardápios. Entre em contato para levar a consultoria para o seu colégio!

Justificativa:

A característica principal do Programa Nutrição Comportamental Infantil para Colégios é o desenvolvimento de atividades que possibilitem a melhora da relação da criança com a comida. Valorizamos a participação da família como agente fundamental para que o comportamento alimentar seja modificado. Para isso, utilizamos técnicas baseadas nos conceitos da Nutrição Comportamental através de atividades lúdicas que permitem aumentar o envolvimento da criança com o universo dos alimentos.

Acreditamos que quando há um investimento na relação da criança com a forma como se alimenta, contribuímos para a formação de pessoas com maior consciência alimentar, o que auxilia no desenvolvimento de escolhas alimentares mais saudáveis ao longo da vida. Com isso, podemos contribuir com a prevenção de doenças como obesidade ou diabetes ou de transtornos alimentares como anorexia ou bulimia.

Também acreditamos que, através da educação nutricional, podemos fazer com que as famílias se conscientizem da importância da alimentação saudável e equilibrada desde a infância, o que possibilita a formação de indivíduos com mais saúde e qualidade de vida.

Por isso, entendemos que a inclusão de um Programa Nutricional dentro da Proposta Pedagógica dos Colégios é uma iniciativa de grande contribuição para as famílias e a sociedade em que vivemos.

Objetivos:

1 – Identificar a familiaridade da criança com o “universo da nutrição” e começar a fazer com que ela desenvolva a sua consciência alimentar através da associação entre as suas emoções e a maneira como lida com os diferentes grupos de alimentos.

2 – Estimular a imaginação da criança relacionada à forma como se alimenta e identificar a sua reação ao fazer isso, percebendo o grau de sua resistência aos alimentos ao desenvolver o autoconhecimento diante da atividade proposta.

3 – Desenvolver a autonomia da criança frente à ideia de escolher e comprar os seus próprios alimentos.

4 – Aumentar o envolvimento da criança com o preparo dos alimentos e fazer com que a criança desenvolva a autoconfiança e o sentimento de superação.

5 – Aumentar a afetividade e a cumplicidade da relação “mãe e filho” através do envolvimento com a rotina alimentar da casa e o preparo das refeições em conjunto.

6 – Desenvolver a competência alimentar da criança para ajudá-la a aprender a montar o seu prato fora de casa, aumentando a consciência sobre a sua alimentação e a saber como fazer para continuar seguindo o seu planejamento alimentar mesmo fora de casa.

Descrição dos módulos:

Módulo 1:
Neofobia alimentar: entendendo a relação entre o medo de experimentar alimentos novos e a dificuldade de estabelecer o sentimento de confiança.
Como restringir alimentos pode levar à uma compulsão alimentar tardia.

A importância do envolvimento com o preparo dos alimentos: a criança trabalha a confiança para se alimentar quando entra em contato com o processo de preparação da comida, pois cria familiaridade e associa este momento ao prazer.

Módulo 2:
Crianças seletivas: entenda porque insistir para que a criança coma não é o caminho e como este ato pode levar ao sentimento de aversão em relação à comida.

Pais controladores: como a falta de confiança dos pais na capacidade de auto regulação alimentar da criança pode interferir nas percepções de fome e saciedade?

Ambiente familiar estressante: como a tensão gerada no momento do comer pode aumentar os níveis de hormônios que reduzem o apetite e fazer com que a criança desenvolva mecanismos de fuga do momento do comer?

Módulo 3:
Por que dar importância ao comportamento do seu filho e procurar enxergar como ele se sente mais à vontade: comer sozinho ou acompanhado, em quais horários, tipo de ambiente criado?

Comedor Competente: como desenvolver as competências alimentares necessárias para comer com tranquilidade, de acordo com cada situação?

Dizer não pode estar repleto de amor: como fazer com a criança perceba este gesto como um ato de cuidado e como fazer com que o “não” amoroso faça com que a criança desenvolva o autocuidado ao longo da sua vida.

Módulo 4:
Como ser autoridade sem ser autoritário?

Dar permissão para que a criança entre em contato com o alimento é validar a autonomia dela. Por que estimular esta relação é importante para que a criança tenha uma postura mais confiante diante da vida?

Por que uma criança “belisca”? Fome emocional, tédio, angústia, incômodo: o que esta criança está buscando? O que está por trás deste ato?

A delicada relação entre mãe e filha: aceitação corporal, auto estima, relação com a comida, modelo a ser seguido ou aversão ao modelo?

Sensação de pertencimento: família é o grupo do qual eu me sinto parte. Quando esta sensação não está clara, a consequência pode ser os transtornos alimentares.

Serviço:

Idealizadora e coordenadora do Projeto: Ariane Bomgosto.

Local:

-Bloco 3 – Espaço Médico Infantil – Pátio Interno.

– Estrada dos Três Rios, 1200, sala 418 – Freguesia.

Telefone: (21) 98232-8482/ 3171-3171.

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